Transporte de aplicativo pode ser regulamentado

Comissão avaliou a proposta em reunião na última semana
Transporte de aplicativo pode ser regulamentado

Taxistas e motoristas de aplicativo participaram da reunião no Legislativo

Representantes da Associação dos Taxistas e motoristas que atuam por meio de aplicativos, participaram na última semana de uma reunião promovida pela Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, na Câmara de Vereadores de Parobé.

Em pauta, esteve o projeto 059/2018, que dispõe sobre serviço de transporte remunerado privado individual de passageiros no município. A proposta, foi sugerida ao Executivo no ano passado pelo vereador do PROS, Dari da Silva.

Conforme o presidente da comissão, Gilberto Gomes (PRB), a intenção é esclarecer os pontos do projeto juntamente aos representantes das categorias interessadas. “Queremos um entendimento entre os taxistas e motoristas de aplicativos. Entendemos que se trata de uma nova realidade, não só em Parobé como em todo o País, e queremos regularizar este serviço”, destacou.

Durante a reunião foram apresentadas alternativas e solicitações, para que os motoristas ofereçam serviços no âmbito do município de forma legalizada. “Tem muitos motoristas que agem clandestinamente, por isso acreditamos que a regulamentação é necessária”, explica o taxista, Elizandro Luis da Silva.

Atualmente, uma estimativa aponta que mais de 20 motoristas estão em atividade por aplicativos no município. “É uma tecnologia nova, que veio para ficar. Tanto o aplicativo quanto o táxi representa uma parcela importante no desenvolvimento da cidade”, comenta Lucio Lopes, motorista que utiliza plataformas digitais há quatro anos. Também fizeram parte da reunião os vereadores Enio Terra (PTB), Maria Eliane Nunes (MDB), Maristela Toffoli (PT) e Alex Bora (PR).

Na próxima quinta-feira, dia 22, às 13h30, haverá um novo encontro com a presença do secretário de Transporte e Trânsito, a fim de verificar quais serão as formas de fiscalização e como o município vai autuar quem transportar passageiros de forma clandestina.

Foto: Eduarda Rocha/Assessoria de comunicação